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Trump ameaça presidente da Colômbia: será o próximo
Foto: Reprodução

As ações simultâneas — ameaças a Petro, apreensão de embarcação e novas sanções , configuram mais um capítulo da escalada de tensão dos EUA com países sul-americanos

As declarações de Donald Trump voltaram a incendiar o clima político na América Latina. Durante um evento na Casa Branca na quarta-feira (10), o ex-presidente dos Estados Unidos afirmou que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, tem sido “bastante hostil” com Washington, não controla a produção de cocaína em seu país e pode ser “o próximo” a enfrentar pressão direta dos EUA, em meio ao cenário de ameaças de invasão e ataque contra a Venezuela.

 

Segundo Trump, a Colômbia estaria falhando no combate às drogas. “A Colômbia produz muita droga, eles têm fábricas de cocaína. Eles fabricam cocaína, como você sabe, e vendem direto para os Estados Unidos. (…) Então é melhor ele se ligar ou será o próximo. E eu espero que ele esteja ouvindo, porque ele vai ser o próximo”, declarou.

 

Horas após as falas, o presidente colombiano Gustavo Petro reagiu indiretamente durante uma reunião de gabinete. Ele afirmou que Trump desconhece a Colômbia e os esforços do país para enfrentar o narcotráfico, contrapondo-se às acusações feitas pelo republicano.

 

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Enquanto isso, a tensão entre Estados Unidos e Venezuela atingiu um novo patamar. Na mesma quarta-feira, Washington assumiu o controle de uma embarcação carregada com petróleo venezuelano após uma operação aérea em que forças americanas desceram de helicópteros até o navio. A ação será seguida pela escolta do petroleiro até um porto dos EUA, aumentando os temores de um confronto aberto entre os dois países.

 

Em meio à crise com Maduro, Trump ameaça presidente da Colômbia: 'Ele será  o próximo' | VEJA

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Paralelamente, o Departamento do Tesouro anunciou novas sanções contra três familiares de Cilia Flores, esposa do presidente Nicolás Maduro, alegando que dois deles atuam como “traficantes de drogas na Venezuela”. As medidas também atingem seis empresas ligadas ao transporte de petróleo venezuelano, ampliando ainda mais a pressão sobre Caracas.

 

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As ações simultâneas — ameaças a Petro, apreensão de embarcação e novas sanções — configuram mais um capítulo da escalada de tensão dos EUA com países sul-americanos, com potenciais repercussões políticas e até um possível conflito armado. 

 

Fonte: Uol

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