Casa Branca anunciou que Donald Trump oficializou o fim das sanções dos EUA contra a Síria, que estavam em vigor desde 1979
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que encerrou as décadas de sanções contra a Síria. A medida foi divulgada pelo governo norte-americano nesta segunda-feira (30/6).
Após a queda de Bashar al-Assad em dezembro de 2024, rebeldes prometem mudanças significativas para a Síria após anos de guerra civil. Ahmed al-Sharaa, o líder da ofensiva contra o regime Assad, promete um governo menos truculento do que o anterior e tem buscado apoio internacional para a reconstrução da Síria. O líder rebelde, no entanto, possui um passado ligado ao jihadismo e já foi o principal comandante da Al-Qaeda na Síria.
Apesar disso, os EUA e países da União Europeia (UE) se aproximaram do novo governo da Síria. Em um comunicado, a Casa Branca informou que a maioria das sanções contra o país, agora comandado por Ahmed al-Sharaa, foram encerradas. As retaliações contra antigos aliados do regime de Bashar al-Assad, incluindo o ex-presidente sírio, seguem em vigor.
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Trump ainda ordenou que a Síria não fosse mais classificado como um Estado Patrocinador do Terrorismo, além da remoção do atual presidente do país, Ahmed al-Sharaa, e o grupo Hayat Tahrir Al-Sham (HTS) da lista de Terroristas Globais Especialmente Designados.
Em maio, Trump se reuniu com al-Sharaa na Arábia Saudita. No encontro, o presidente norte-americano deu sinal verde para o novo governo sírio — apesar do passado do atual líder sírio, que chegou a atuar como chefe da Al-Qaeda na Síria durante anos.
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Na época, o presidente dos EUA afirmou que retiraria as sanções norte-americanas contra a Síria, em vigor desde 1979. Para Trump, o gesto busca dar ao novo governo sírio uma “chance de grandeza”.
Fonte: Metrópoles