Atirador abriu fogo contra agentes do Serviço Secreto em frente à Casa Branca
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse neste domingo que o atirador que abriu fogo contra agentes do Serviço Secreto em frente à Casa Branca tinha um "histórico de violência e uma possível obsessão" pelo prédio. O suspeito foi morto.
"Agradeço ao nosso excelente Serviço Secreto e às forças policiais pela ação rápida e profissional tomada esta noite contra um atirador perto da Casa Branca, que tinha um histórico de violência e uma possível obsessão pela estrutura mais querida do nosso país", disse ele em uma publicação no Truth Social.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava na Casa Branca no momento do incidente, enquanto participava de negociações sobre um possível acordo com o Irã.
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De acordo com informações divulgadas pela Fox News, o suspeito teria se aproximado do portão oeste da Casa Branca por volta das 18h (horário local) e efetuado três disparos em direção à residência oficial. Agentes do Serviço Secreto reagiram e atingiram o atirador. Uma pessoa que passava pela região também teria sido baleada durante a ocorrência.
Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), que ouviu uma fonte sob condição de anonimato por não estar autorizada a comentar a investigação, tanto o suspeito quanto o civil ferido estariam em estado crítico. As circunstâncias do caso ainda são apuradas pelas autoridades.
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A polícia isolou os acessos ao complexo da Casa Branca, enquanto tropas da Guarda Nacional bloquearam a entrada de áreas próximas no centro da capital americana. Em publicação na rede X, o diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que agentes da agência estavam no local para apoiar o Serviço Secreto na resposta aos disparos registrados perto da sede do governo americano.