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Trump sobe o tom após Rússia atacar Kiev: ''Coisas acontecerão''
Foto: Arte Metrópoles

Trump critica bombardeios russos em Kiev, cobra concessões de Putin e afirma que Rússia já fez grande concessão ao não ocupar toda Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou nesta quinta-feira (24/4) sua pressão sobre a Rússia após recentes bombardeios a Kiev, capital da Ucrânia, que deixaram ao menos 12 mortos e 90 feridos. Em declaração à imprensa no Salão Oval, Trump afirmou que “coisas acontecerão” se Moscou não interromper os ataques, embora não tenha especificado quais medidas seriam tomadas.

 

“Não gostei da noite passada — não fiquei satisfeito com isso, e estávamos no meio de uma conversa de paz, e mísseis foram disparados”, disse Trump, referindo-se aos ataques russos. O líder norte-americano também publicou em sua rede social, Truth Social, um apelo direto ao presidente russo: “Vladimir, PARE!”

 

Em constante controvérsia, mesmo diante das críticas, Trump sugeriu que a Rússia já demonstrou disposição para negociar ao não ocupar todo o território ucraniano. “Parar de tomar o país inteiro, uma concessão bem grande”, afirmou durante reunião com o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre.

 

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Questionado sobre a possibilidade de a Ucrânia ter que ceder territórios para alcançar um possível cessar-fogo, Trump foi evasivo: “Depende do território”. Ele mencionou a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014, dizendo que reverter essa situação seria “algo muito difícil de fazer”.

 

No último sábado (19/4), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou um cessar-fogo temporário durante o feriado de Páscoa com a Ucrânia. Logo em seguida, Zelensky “debochou” de Putin e afirmou que a trégua temporária do russo era uma forma de “brincar com vidas humanas”. O líder ucraniano, declarou no domingo de Páscoa, que o exército russo violou o cessar-fogo de Vladimir Putin mais de 2 mil vezes.
Donald Trump, segue fazendo o papel de intermediador entre as partes para que o conflito, que perdura há três anos, tenha um fim. Visando seus desejos pessoais, além da paz entre os países, um fator determinante para o norte-americano, é que Zelensky aceite o acordo mineral.
Volodymyr segue firme na retórica de que não pretende “vender seu país” aos EUA, e se recusa a desocupar os territórios conquistados pela Ucrânia durante a guerra com a Rússia.

 

Na quarta-feira (23/4), Trump criticou o ucraniano dizendo que “a Ucrânia não reconhecerá legalmente a ocupação da Crimeia. Não há nada para discutir aqui”. Declarando que Zelensky poderia perder o país inteiro caso não abrisse mão do território.

 

Donald Trump indicou no início de março, que está considerando a imposição de novas sanções à Rússia, incluindo medidas no setor bancário, caso os ataques continuem. “Com base no fato de que a Rússia está absolutamente ‘batendo’ na Ucrânia no campo de batalha agora, estou considerando fortemente sanções bancárias em larga escala”, escreveu Trump no Truth Social, na época.

 

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Por fim, o presidente norte-americano ressaltou a pressão constante sobre a Rússia. “Estamos colocando muita pressão sobre a Rússia, e a Rússia sabe disso, e algumas pessoas próximas a ela sabem, ou [Putin] não estaria falando agora”, afirmou.

 

Fonte: Metrópoles

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