Homem com mais de 100 anos foi arrastado; fenômeno da natureza também deixou milhares de casas sem energia
O tufão Dolphin atingiu a costa da China neste domingo (9), provocando fortes chuvas, ventos intensos, cancelamentos de voos e a retirada de mais de 1 milhão de pessoas de áreas consideradas de risco.
O fenômeno tocou o solo próximo à cidade de Yuhan, na província de Zhejiang, por volta das 17h30 no horário local, segundo o Centro Meteorológico Nacional da China.
A chegada do tufão mobilizou autoridades da costa leste do país, uma das regiões mais populosas da China. Cerca de 1.400 voos de e para os dois principais aeroportos de Xangai foram cancelados. No aeroporto de Hangzhou, outras 270 operações também foram suspensas.
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O Centro Meteorológico Nacional emitiu alerta vermelho para o tufão, o nível máximo de risco, e advertiu para a possibilidade de chuvas torrenciais em áreas de Zhejiang. Também são esperadas fortes precipitações em Xangai e nas províncias de Fujian, Anhui e Jiangsu até a tarde de segunda-feira (10).
Em Fujian, aproximadamente 99 mil pessoas já haviam sido retiradas de áreas de risco na noite de sábado (8), antes da chegada da tempestade.
Antes de chegar à China, o Dolphin passou pela região de Okinawa, no Japão, onde deixou pelo menos sete pessoas feridas. Entre elas estava um homem com mais de 100 anos, que teria sido arrastado pelas fortes rajadas de vento e bateu a cabeça durante a queda.
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Foto: REUTERS
Na tarde deste domingo, mais de 5 mil residências em Okinawa continuavam sem energia elétrica.
Em Taiwan, dezenas de viagens de balsa foram suspensas e mais de 180 voos cancelados devido à passagem da tempestade pelo norte da ilha.
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As autoridades chinesas mantêm o monitoramento do tufão e alertam para o risco de novos transtornos provocados pelas chuvas intensas, ventos fortes e possíveis alagamentos.