Drones ucranianos atacaram uma usina nuclear na Rússia e causaram incêndios em terminais petrolíferos. O ataque não deixou feridos
Um bombardeio ucraniano atingiu uma usina nuclear e um terminal petrolífero na Rússia na madrugada deste domingo (24/8). O ataque não deixou nenhum ferido e nem provocou vazamentos de radiação, apenas um incêndio provocado por um drone que logo foi controlado.
A administração da usina nuclear atingida, que fica localizada no oeste da Rússia, afirmou que a radiação no complexo industrial e nos arredores não mudou e permanece em níveis naturais. Apesar disso, a produção de energia foi reduzida pela usina.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) já havia alertado para o risco de combates próximo a usinas nucleares em 2022, quando a Rússia entrou em guerra com a Ucrânia. A usina atacada fica na cidade de Kursk, que tem população de 440 mil habitantes.
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Além disso, no porto de Ust-Luga, perto de São Petersburgo, 10 drones foram interceptados. Segundo o Corpo de Bombeiros e Ministério de Situações de Emergência, os profissionais estão trabalhando para extinguir o fogo no terminal petrolífero.
Segundo a força aérea ucraniana, também na madrugada de domingo, houve um ataque russo com míssil balístico e 72 drones kamikaze iranianos Shahed. 48 foram derrubados, informou.
A ação com drones aconteceu no Dia da Independência Ucraniana e em um momento de tentativas fracassadas de negociações de paz com o governo russo.
Apesar das expectativas e da iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em intermediar uma conversa entre os líderes dos países, Moscou já descartou a ideia de um encontro imediato. O conflito já dura três anos e deixou muitos mortos e feridos.
Em seu discurso para o dia da independência, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que “é assim que a Ucrânia reage quando seus apelos por paz são ignorados”, disse.
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“Hoje, tanto os EUA quanto a Europa reconhecem: a Ucrânia ainda não venceu, mas certamente não perderá. Nossa independência está garantida. A Ucrânia não é vítima; é um lutador”, afirmou ele.
Fonte: Metrópoles