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Um lado do bumbum maior? Entenda como hábitos do dia a dia causam assimetria
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Dominância de um lado do corpo e costumes cotidianos, como cruzar as pernas, moldam o glúteo mais do que os exercícios físicos

Perceber que um lado do bumbum é maior ou mais desenvolvido do que o outro é mais comum do que parece — e, na maioria das vezes, não está ligado a nenhum problema grave. Essa diferença, conhecida como assimetria muscular, pode ser explicada por uma combinação de fatores naturais do corpo e hábitos repetitivos do dia a dia.

 

O corpo humano, por natureza, não é totalmente simétrico. Pequenas diferenças entre os lados são consideradas normais e fazem parte da estrutura biológica. No entanto, quando essas variações se tornam mais visíveis, geralmente há influência direta de comportamentos cotidianos que favorecem um lado mais do que o outro.

 

Um dos principais motivos é o chamado “lado dominante”. A maioria das pessoas tende a usar mais um lado do corpo — seja para subir escadas, apoiar o peso ao ficar em pé, carregar bolsas ou até cruzar sempre a mesma perna ao sentar. Com o tempo, esse uso repetitivo faz com que um lado seja mais exigido, resultando em maior desenvolvimento muscular naquela região.

 

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Além disso, a forma de sentar e a postura ao longo do dia também têm grande impacto. Ficar muitas horas apoiando mais peso em um lado do quadril ou sentar de maneira desalinhada pode contribuir para que um glúteo seja mais ativado que o outro. Esse padrão repetido acaba reforçando o desequilíbrio ao longo do tempo.

 

A prática de exercícios físicos também pode influenciar — tanto para corrigir quanto para acentuar a assimetria. Movimentos feitos com técnica inadequada ou compensações inconscientes durante o treino podem fazer com que um lado trabalhe mais do que o outro. Isso é comum principalmente quando há um lado naturalmente mais forte, que acaba assumindo maior carga nos exercícios.

 

Outro fator relevante é a própria genética e a estrutura corporal. O formato dos glúteos, por exemplo, depende em grande parte de características genéticas e da anatomia da pelve, o que pode gerar diferenças naturais entre os lados.

 

Glúteos: entenda suas funções, variações de tamanho e principais problemas  - 23/05/2022 - UOL VivaBem

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Apesar de chamar atenção no espelho, essa assimetria raramente representa um problema de saúde. No entanto, quando é muito acentuada, pode estar associada a desequilíbrios musculares que, em alguns casos, levam a dores ou desconfortos, especialmente na lombar e no quadril.

 

A boa notícia é que, na maioria das situações, é possível melhorar essa diferença com ajustes simples: corrigir a postura, variar os movimentos no dia a dia e investir em exercícios que trabalhem cada lado do corpo de forma equilibrada. O acompanhamento de um profissional de educação física ou fisioterapia também pode ajudar a identificar a causa específica e orientar a melhor forma de correção.

 

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No fim das contas, ter um lado do bumbum maior que o outro é algo comum e, muitas vezes, quase imperceptível para outras pessoas. Mais importante do que buscar uma simetria perfeita é manter o corpo funcional, saudável e livre de dores. 

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