Aulas foram suspensas nas instituições de São Paulo e do Rio, enquanto diversos serviços foram interrompidos naquelas sob administração do Ministério da Educação
Universidades públicas de diferentes estados brasileiros, incluindo a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), além de mais de 50 instituições federais, estão em greve ou com paralisações em andamento nesta semana.
O movimento envolve técnicos administrativos, professores e estudantes, e tem como principais reivindicações a recomposição orçamentária das instituições, reajustes salariais e a reestruturação de planos de carreira, segundo entidades representativas da categoria.
A mobilização tem se espalhado por diferentes regiões do país, com adesão gradual de campi e unidades acadêmicas. Em alguns casos, atividades foram parcialmente suspensas, enquanto em outros houve paralisação total de setores administrativos e acadêmicos.
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As assembleias realizadas por sindicatos e associações de servidores têm aprovado a continuidade e ampliação da greve, que também conta com a participação de estudantes em determinadas universidades.
Entre as pautas apresentadas estão ainda melhorias nas condições de trabalho e ensino, além de demandas relacionadas ao funcionamento de restaurantes universitários, infraestrutura e assistência estudantil.
Em algumas instituições, o movimento já vinha sendo construído nas últimas semanas, com paralisações pontuais e atos públicos que antecederam a deflagração da greve geral em parte das universidades.
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O Ministério da Educação ainda não detalhou publicamente uma resposta consolidada às reivindicações mais recentes dos servidores, enquanto as entidades mantêm a mobilização e novas assembleias estão previstas para os próximos dias.