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Coronavírus
18/10/2021

Vai encontrar amigos vacinados? Saiba quais os riscos de pegar Covid

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Foto: Reprodução

Covid-19

Com o passar dos meses e a maior quantidade de pessoas imunizadas com as duas doses da vacina contra a Covid-19, o distanciamento social está sendo flexibilizado, e os encontros familiares e entre amigos vão se multiplicando. Uma dúvida comum é se esse tipo de reunião, quando todos os envolvidos estão vacinados, é segura quanto à transmissão do coronavírus.

 

O diretor científico da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, Alexandre Cunha, lembra que se uma pessoa estiver infectada, mesmo que já vacinada, pode transmitir o coronavírus. “É importante reforçar que nenhuma vacina protege 100% contra o vírus — elas servem para diminuir a chance de quadro grave e óbito”, reforça.

 

O que acontece é que indivíduos imunizados não costumam apresentar sintomas. Werciley Júnior, infectologista e chefe da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Santa Lúcia, explica que a eficácia da Coronavac é de 57% para que os infectados pelo vírus não apresentem sintomas, enquanto a da AstraZeneca é de 68% e a da Pfizer, 80%.

 

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“Cada vacina tem uma característica. Aliada a isso, cada pessoa tem uma característica. A idade, o estado nutricional, se tem doença prévia, tudo isso conta”, detalha o médico.

 

Werciley ensina que pessoas vacinadas têm maior quantidade de anticorpos, o que evita que o vírus se multiplique no corpo. Uma carga viral maior é responsável por uma transmissão mais eficiente, mas não é determinante: até pessoas que recebem uma pequena quantidade de vírus podem desenvolver a doença.

 

Dá pra flexibilizar os cuidados?

 

Os médicos explicam que, enquanto houver uma circulação viral significativa na sociedade, é melhor continuar usando máscaras. O indivíduo vacinado pode contrair o vírus, ficar assintomático, e acabar contaminando outras pessoas que ainda não foram imunizadas.

 

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“Provavelmente podemos flexibilizar um pouco, mas não temos como garantir em que grau a proteção contra a transmissão será efetiva. O ideal seria a vacinação atingir uma grande quantidade da população, aliada à pequena circulação viral, antes de pensar em deixar de usar as máscaras”, diz Alexandre.

 

Fonte: Metrópoles

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