Equipamento danificado compromete trânsito em área movimentada e gera prejuízo aos cofres públicos
Um ato de vandalismo comprometeu o funcionamento de um semáforo em um dos cruzamentos mais movimentados de Manaus. A caixa controladora do equipamento, localizada na Avenida Getúlio Vargas com a rua Leonardo Malcher, no Centro da capital, foi destruída, deixando o sistema semafórico operando de forma irregular.
De acordo com o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), o dano afeta diretamente a organização do tráfego na região, que registra intenso fluxo de veículos e pedestres ao longo do dia. Sem o controle adequado dos sinais, o risco de colisões e atropelamentos aumenta significativamente.
A situação preocupa autoridades de trânsito, já que o semáforo desempenha papel essencial na segurança viária, especialmente em cruzamentos com grande circulação. Com o equipamento danificado, motoristas precisam redobrar a atenção, enquanto pedestres ficam mais vulneráveis ao atravessar a via.
Veja também

CIF: Sejusc acolhe 17 adolescentes durante ação integrada na Zona Centro-Oeste de Manaus
O diretor de Engenharia do IMMU, Uarodi Guedes, destacou que a destruição desse tipo de estrutura impacta diretamente a segurança da população. Segundo ele, a ausência do funcionamento correto do semáforo pode resultar em acidentes graves, além de comprometer a fluidez do trânsito.
Além dos riscos, o vandalismo também provoca prejuízos financeiros ao município. A substituição ou reparo da caixa controladora exige investimento público que poderia ser destinado a melhorias na mobilidade urbana.
Equipes do setor de engenharia do IMMU já foram acionadas e devem realizar os reparos necessários para restabelecer o funcionamento do semáforo o mais rápido possível. Enquanto isso, a recomendação é que condutores e pedestres redobrem a atenção ao trafegar pelo local.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
A prefeitura reforça que atos de vandalismo não apenas danificam o patrimônio público, mas colocam em risco a vida da população e impactam diretamente a qualidade dos serviços urbanos.