O Vasco da Gama confirmou oficialmente nesta sexta-feira a rescisão contratual com Philippe Coutinho. Segundo o clube, a decisão partiu do próprio jogador, que alegou questões de saúde mental e solicitou o encerramento antecipado do vínculo, que iria até junho.
Em nota, o Vasco informou que “as partes chegaram a um acordo amigável”, com a assinatura dos documentos ocorrendo na tarde de hoje. A diretoria foi surpreendida pelo pedido, comunicado diretamente ao presidente Pedrinho. O técnico Fernando Diniz ainda tentou convencer o meia a permanecer, mas não teve sucesso.
Coutinho havia retornado ao clube em julho de 2024, emprestado pelo Aston Villa. No ano seguinte, rescindiu com os ingleses e assinou contrato de uma temporada com o time carioca. Durante esse período, foi titular absoluto e ajudou a levar o Vasco à final da Copa do Brasil de 2025, conquistada diante do Corinthians.
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Revelado em São Januário, Coutinho subiu ao profissional do Vasco em 2009, somando cinco gols em 43 partidas antes de ser vendido à Inter de Milão. Ao longo da carreira, também passou por Espanyol, Liverpool, Barcelona, Bayern de Munique e Al-Duhail. No comunicado oficial, o Vasco destacou a postura do atleta:
“Revelado em São Januário e formado nas categorias de base do Vasco, Coutinho sempre carregou consigo a identidade vascaína ao longo de sua trajetória no futebol mundial. Em seu retorno ao clube que o projetou, demonstrou profissionalismo, dedicação e profundo respeito pela instituição.”
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O clube também agradeceu ao jogador “por todo o comprometimento demonstrado” e desejou sucesso na sequência da carreira. A saída do camisa 10 marca mais um capítulo importante na atual reformulação do elenco cruz-maltino, que agora precisará buscar alternativas para o setor de criação.