Homem recebe atestado médico dispensando do trabalho por cólica menstrual grave
A comercialização de atestados médicos falsos pela internet vem crescendo e chamando a atenção de autoridades policiais e conselhos de medicina. A prática, que ocorre principalmente em redes sociais e aplicativos de mensagens, tem sido alvo de investigações por possível atuação de grupos criminosos especializados na emissão de documentos irregulares.
Segundo apurações, os anúncios oferecem atestados médicos sem consulta presencial ou avaliação clínica, em alguns casos com emissão rápida após pagamento via PIX. Os valores variam conforme o tipo e a quantidade de dias solicitados, simulando uma espécie de “tabela de serviços”.
O Conselho Federal de Medicina e conselhos regionais já emitiram alertas sobre o esquema, destacando que a prática pode configurar crimes como falsidade ideológica, estelionato e exercício ilegal da medicina. Além disso, o uso desses documentos pode gerar consequências trabalhistas e jurídicas para quem os utiliza.
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A polícia investiga a atuação de plataformas e indivíduos envolvidos na produção e distribuição desses atestados, com o objetivo de identificar a origem dos arquivos e os responsáveis pela rede de fraudes.
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(Foto: Editoria de Arte)
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Especialistas alertam que, além do impacto legal, o uso de atestados falsos compromete a credibilidade do sistema de saúde e prejudica empregadores e instituições que dependem da verificação correta de afastamentos médicos. As investigações seguem em andamento e novas operações não estão descartadas.