Notícia-crime apresentada no Paraná cita suspeitas de estelionato, propaganda enganosa e induzimento à especulação
A influenciadora e empresária Virginia Fonseca foi alvo de uma notícia-crime apresentada por um advogado do Paraná, que solicita a investigação de sua participação na divulgação de plataformas de apostas esportivas.
O documento menciona as empresas Esportes da Sorte e Blaze e aponta, em tese, possíveis práticas de estelionato, propaganda enganosa e induzimento à especulação. O caso foi encaminhado pelo Ministério Público do Paraná para análise sobre a possibilidade de abertura de um inquérito policial.
A notícia-crime também menciona publicações feitas por Virginia durante a Copa do Mundo de 2026. Segundo o documento, a influenciadora teria recebido uma porcentagem relacionada às perdas de usuários que realizavam apostas por meio da Blaze.
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Entre os episódios citados está uma aposta divulgada envolvendo a seleção de Cabo Verde contra a Argentina. A equipe argentina venceu por 3 a 2 na prorrogação. Na avaliação apresentada pelo advogado, a publicação poderia ter estimulado seguidores a apostar em um resultado considerado improvável.
Virginia anunciou, em agosto, o encerramento da parceria com a Blaze. A decisão ocorreu enquanto a influenciadora também é alvo de uma ação do Ministério Público, que solicita o pagamento de pelo menos R$ 120 milhões por supostos danos morais coletivos.
A empresária também manteve uma parceria com a Esportes da Sorte entre 2022 e 2024. O contrato foi encerrado durante o período de investigações da CPI das Bets.
No relatório final, a comissão apontou supostos indícios de propaganda enganosa e estelionato e recomendou o indiciamento de Virginia.
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A influenciadora nega ter cometido irregularidades. As acusações apresentadas na notícia-crime ainda serão analisadas pelas autoridades e não resultaram em condenação definitiva.