Presidenciável do Novo defende suspensão do pagamento para quem recusar três ofertas de emprego e diz que benefícios precisam ter contrapartidas
O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) voltou a criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral. Zema classificou a gestão petista como “pró-bilionário” e questionou a política econômica adotada pelo governo.
Segundo o candidato, a manutenção de juros elevados beneficia principalmente os mais ricos e dificulta a vida de trabalhadores e empreendedores. A crítica ocorre em meio ao debate eleitoral sobre os gastos públicos, a dívida e os rumos da economia brasileira.
Zema também voltou a atacar os programas de transferência de renda. Em declarações anteriores, ele afirmou que o modelo atual estaria criando uma “geração de imprestáveis”, ao estimular, segundo sua avaliação, a dependência de benefícios sociais.
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O candidato defende mudanças nas regras dos programas sociais e já afirmou que beneficiários que recusarem oportunidades de emprego formal ou capacitação poderiam perder o benefício. Zema, no entanto, diz que não pretende simplesmente acabar com a assistência social, mas modificar o modelo para estimular a entrada dos beneficiários no mercado de trabalho.
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As declarações colocam economia, gastos públicos e programas sociais entre os principais temas da campanha de Zema. A estratégia também reforça o discurso de oposição ao governo Lula, em uma eleição na qual diferentes candidatos vêm apresentando propostas distintas para reduzir despesas e controlar as contas públicas.