Ex-governador de MG, Zema votou em Araxá, no Alto Paranaíba, e afirmou que sua escolha nas urnas é pelo futuro do país
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) voltou a participar da votação neste domingo (25), em meio à repercussão do episódio em que foi flagrado com um celular dentro da cabine eleitoral durante o primeiro turno das eleições de 2026. O caso está sendo apurado pela Justiça Eleitoral e levou à determinação de depoimentos do ex-candidato à Presidência e dos mesários que trabalhavam na seção.
A ocorrência aconteceu em 4 de outubro, na Escola Estadual Delfim Moreira, em Araxá, no Alto Paranaíba. Imagens registraram Zema com um aparelho celular enquanto votava, apesar da proibição de entrar na cabine com equipamentos eletrônicos. A legislação eleitoral estabelece a restrição para preservar o sigilo do voto.
Após o episódio, Zema afirmou que não foi alertado pelos mesários sobre a proibição e negou ter fotografado ou gravado sua escolha. Ele também declarou que teria deixado o aparelho com os responsáveis pela seção caso tivesse sido orientado a fazê-lo.
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O Ministério Público Eleitoral apresentou denúncia relacionada ao caso, e a Justiça determinou que a Polícia Civil ouça Zema e os mesários para esclarecer as circunstâncias da votação. Entre os pontos a serem investigados estão a fiscalização realizada na seção e a forma como os aparelhos permaneceram na cabine.
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A apuração busca esclarecer se houve violação do sigilo do voto e qual foi a responsabilidade de cada envolvido. Até que haja uma decisão judicial, o episódio permanece sob investigação, sem que a responsabilidade criminal esteja definitivamente estabelecida.