Ação foi proposta pela deputada Luciene Cavalcante, que ainda apresentou um Projeto de Lei Complementar que agrava penas a quem agredir profissionais de educação
A vereadora Zoe Martinez (PL-SP) virou alvo de uma ação movida pela deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP) por atacar professores que faziam uma manifestação pacífica em frente à Câmara Municipal de São Paulo na quarta-feira (16).
Segundo a deputada, Zoe "se manifestou de forma ofensiva e desrespeitosa ao se referir ao movimento grevista de professores públicos municipais, chamando-os de 'vagabundos'"."As declarações da vereadora não apenas desmerecem o importante trabalho dos profissionais da educação, mas também desrespeitam o legítimo exercício do direito de greve.
Os professores buscam, por meio da greve, reivindicar melhores condições de trabalho e assegurar a valorização de sua profissão, fundamental para a formação dos cidadãos", diz a deputada na ação protocolada junto ao Grupo de Atuação Especial da Educação (Geduc) do Ministério Públido de São Paulo (MP-SP).
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A ação pede que a bolsonarista seja investigada por crime contra a honra de funcionários públicos, que pode resultar em até 1 ano e meio de prisão. "A conduta da Representada, além de configurar os crimes de injúria e difamação, previstos em arts. 139 e 140, CP, contêm as agravantes de terem sido cometidas contra funcionário público por meio que facilite a divulgação e por ter sido divulgada por redes sociais", diz a deputada.
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Luciene também apresentou um Projeto de Lei Complementar (PLC) na Câmara para inserir um artigo no Código Penal "agravando e qualificando os crimes contra a honra e lesão corporal contra profissionais da educação".
Fonte: R7