Classificações das facções foi realizado pelo secretário americano Marco Rubio, e repercutiu nas redes sociais
A decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais provocou forte reação no meio político brasileiro.
Nas redes sociais, um pré-candidato à Presidência afirmou que “americano nenhum vai matar nossos bandidos”, criticando a possibilidade de interferência estrangeira no combate ao crime organizado no Brasil.
A declaração aconteceu após o governo americano anunciar que as facções brasileiras passarão a ser tratadas como grupos terroristas a partir de junho. A medida foi defendida por aliados de Donald Trump e recebeu apoio do senador Flávio Bolsonaro.
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Especialistas afirmam que a classificação pode ampliar sanções financeiras, cooperação internacional e ações contra integrantes das facções fora do país. O governo Lula, porém, demonstra preocupação com possíveis impactos diplomáticos e riscos de pressão externa sobre a segurança pública brasileira.
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O debate também reacendeu discussões sobre soberania nacional e sobre a diferença entre facções criminosas e grupos terroristas, já que organizações como PCC e CV atuam principalmente no tráfico de drogas e no crime organizado visando lucro financeiro.