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''Curte canibalizar?'': conversa sobre fetiche envolvendo canibalismo viraliza nas redes sociais
Foto: Reproduçao

No diálogo, um homem fazia um convite explícito para a prática de canibalismo entre os dois como um fetiche

Uma conversa compartilhada nas redes sociais envolvendo um suposto fetiche relacionado ao canibalismo viralizou e causou espanto entre internautas nos últimos dias. A publicação mostra a troca de mensagens em um aplicativo de relacionamento, onde um homem faz um convite explícito envolvendo práticas de automutilação e consumo de partes do corpo humano.


O caso ganhou repercussão após o internauta Win Motta divulgar capturas de tela da conversa em seu perfil no Facebook. Nas mensagens, o usuário pergunta diretamente se o outro participante “curte canibalizar no sigilo”, provocando surpresa e incredulidade durante o diálogo.


Sem entender inicialmente o significado da proposta, o homem questiona o que seria “canibalizar no sigilo”. Em seguida, o usuário detalha o suposto fetiche e afirma que teria prazer em ver outras pessoas consumindo partes do próprio corpo. Segundo o relato, ele já teria participado anteriormente de uma prática semelhante.

 

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Na conversa, o homem ainda afirma possuir imagens de uma lesão na perna causada durante uma experiência anterior. Ele relata que outra pessoa teria cortado parte de sua coxa e consumido o material, acrescentando que o participante do episódio teria desaparecido depois da prática.
As imagens rapidamente se espalharam pelas redes sociais, gerando reações de choque, preocupação e debates sobre limites psicológicos e fetiches extremos. Muitos internautas demonstraram incredulidade diante do conteúdo das mensagens, enquanto outros levantaram discussões sobre saúde mental e segurança em aplicativos de relacionamento.

 

Foto: Reprodução

 

Especialistas lembram que, embora o canibalismo não seja tipificado isoladamente como crime no Código Penal brasileiro, práticas envolvendo mutilação, agressão física ou morte podem configurar crimes graves, como lesão corporal gravíssima, homicídio ou vilipêndio de cadáver, dependendo da situação.


O episódio também reacendeu debates sobre fetiches considerados extremos e conteúdos perturbadores compartilhados na internet. Psicólogos explicam que alguns comportamentos podem estar associados a transtornos psiquiátricos, compulsões ou práticas de risco que colocam a integridade física das pessoas em perigo.

 

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Nas redes sociais, usuários compararam o caso a histórias conhecidas internacionalmente envolvendo canibalismo consensual e crimes reais que chocaram o mundo nas últimas décadas. Outros internautas criticaram a exposição pública das mensagens, enquanto parte do público tratou o episódio com memes e comentários irônicos.
 

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