Paciente precisava emagrecer cerca de 40 kg para ter hérnia abdominal retirada. Dificuldade no processo atrasou a cirurgia
Por mais de uma década, Elza*, atualmente com 65 anos, viu a sua hérnia abdominal progredir e se tornar mais dolorosa sem que ela conseguisse passar pela cirurgia que poderia repará-la. O problema, se não tratado, pode causar necrose do intestino, que pode ser fatal.
A primeira consulta com um gastroenterologista aconteceu quando o caroço já incomodava. Após exames de imagem, veio o diagnóstico de uma hérnia abdominal. Naquele mometo, ela tinha pequenas dimensões, mas o especialista se recusou a operá-la, já que Elza estava obesa.
Cada nova estratégia apresentada era apenas para tratar a obesidade, mas a realização de cirurgia bariátrica demandava a realização de uma série de exames que nunca chegavam a uma recomendação definitiva.
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“O problema é que a hérnia já estava muito grande e dolorida. Não podia encostar a barriga em lugar nenhum e comecei a ter dificuldade para andar. De tempos em tempos, eu sentia muita dor, precisando tomar analgésico. O tempo entre um ataque de dor e outro diminuia, mas sempre me diziam que ou eu emagrecia, ou nada feito”, afirma ela.
Entretanto, os médicos se recusavam a operá-la pelos riscos da cirurgia. “Eles exigiam que eu emagrecesse no mínimo 40 kg para fazer a cirurgia. Era muito difícil, eu não conseguia e eles se negavam a fazer. Com isso, o tempo foi passando e a hérnia foi crescendo”, lamenta.
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Os primeiros sintomas aparececeram por volta de 2010. “A princípio, era um pequeno caroço na região abdominal e não dei muita importância. Mas com o passar do tempo, ele ficou maior”, lembra Elza.
Fonte: Metrópoles