Pesquisa publicada em março liga gordura visceral a Alzheimer e problemas de memória
O acúmulo de gordura abdominal, conhecido como “pneuzinho”, pode estar associado à redução do volume cerebral e ao envelhecimento precoce do cérebro, segundo pesquisas recentes.
Estudos indicam que a gordura visceral, que se concentra na região da barriga e envolve órgãos internos, está ligada a alterações importantes no cérebro. Entre elas estão a diminuição da massa cinzenta e o encolhimento de áreas relacionadas à memória, como o hipocampo.
De acordo com os pesquisadores, quanto maior o acúmulo de gordura abdominal, maior tende a ser o impacto sobre o funcionamento cerebral. Essa relação envolve fatores como inflamação, resistência à insulina e alterações hormonais, que podem afetar o cérebro ao longo do tempo.
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As análises também apontam associação entre esse tipo de gordura e o acúmulo de proteínas relacionadas a doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, além de sinais de atrofia cerebral que podem surgir anos antes dos sintomas clínicos.
Outro ponto destacado é que a gordura visceral parece ter um efeito mais relevante sobre o cérebro do que outros tipos de gordura corporal. Pessoas com maior concentração na região abdominal tendem a apresentar sinais de envelhecimento cerebral mais acentuados em exames de imagem.
Especialistas ressaltam que a associação não significa causa direta, mas indica que a gordura abdominal pode ser um fator de risco dentro de um conjunto de condições metabólicas.
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A orientação é adotar hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e controle de indicadores como glicose e colesterol, medidas que contribuem para a saúde do cérebro ao longo do tempo.