Modalidade lançada por Obama dispara alerta entre republicanos
Um território norte-americano no Pacífico, conhecido por suas paisagens paradisíacas, tem se tornado um destino cada vez mais procurado por estrangeiros interessados em garantir cidadania dos Estados Unidos para seus filhos. O fenômeno, chamado de “turismo de parto”, tem atraído principalmente casais chineses.
O local em questão é a região das Ilhas Marianas do Norte, especialmente a ilha de Saipan, onde mulheres grávidas viajam com o objetivo de dar à luz em solo americano. Isso acontece porque a legislação dos EUA concede automaticamente a cidadania a qualquer criança nascida no país ou em seus territórios.
Com isso, empresas especializadas passaram a oferecer pacotes completos, incluindo hospedagem, assistência médica e suporte durante a gestação e o pós-parto. Em muitos casos, o serviço é voltado para famílias com alto poder aquisitivo, que veem na cidadania americana uma oportunidade futura para os filhos.
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A prática cresceu significativamente nos últimos anos e acabou impactando a dinâmica local. O principal hospital da região passou a receber um grande número de gestantes estrangeiras, o que gerou debates sobre a capacidade do sistema de saúde e o uso de recursos públicos.
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Foto: Reprodução
Além disso, autoridades norte-americanas demonstram preocupação com o aumento desse tipo de turismo, tanto por questões migratórias quanto por possíveis implicações políticas e econômicas. Em resposta, medidas de controle e fiscalização vêm sendo discutidas para limitar a prática.
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Apesar das críticas, o chamado “turismo de nascimento” continua sendo uma atividade legal em muitos casos, desde que não envolva fraude ou violação das regras de imigração. O tema segue gerando debate internacional, dividindo opiniões entre quem vê a prática como uma estratégia legítima de planejamento familiar e quem a considera uma forma de explorar brechas na legislação.