*Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Amados e odiados, donos de institutos sociais e de comunidades terapêuticas instalados na Amazônia e, especialmente, no estado do Amazonas, apesar de serem contemplados com recursos do Governo e doadores internacionais, se fecham e não prestariam contas ao Fisco brasileiro nem aos conselheiros internos .
No caso dos Institutos que recebem dinheiro do Governo, além de transferências internacionais, a maioria sediada na Capital Manaus, "muitos deles têm atuação limitada quanto à publicidade dos ativos financeiros". Ao "PORTAL DO ZACARIAS", uma delas afirmou que "as ameaças feitas por Marcos Bastos, após negar a fugir de São Paulo com veículos alugados em seu nome para Manaus" as fizeram fugir do Brasil.
A outra - que se considera mais uma testemunha viva - , admitiu saber de casos que interessam à Polícia Federal (PF), ao Ministério Público Federal (MPF) e à Receita Federal (RF-MF), como transferências de dinheiro internacional e a vinculação do fundador e presidente com menores assistidos nas camas dos alojamentos.
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Entre outros casos semelhantes vivenciados no dia-a-dia da entidade, as ex-colaboradoras assumiram a suposta "fuga" para a Europa "em nome da nossa própria sobrevivência em nosso Estado". Ambas, inclusive, desconfiança na polícia amazonense, vez que o dono do Instituto afirmava ter influência no Governo, Polícia e Judiciário".
Além dos depoimentos das duas refugiadas (?) amazonenses - que para não morrerem na Capital da Zona Franca de Manaus -, há denúncias de supostos braços de Organizações Criminosas (ORCRIM) que atuariam em parte dos institutos sociais e comunidades terapêuticas acreditados no Estado e, especialmente, na Capital Manaus.
Experientes policiais sediados em postos das guarnições no Centro Antigo de Manaus, em conversa reservada com este site de notícias, confirmaram que, "até 90% de ocorrências de furto e roubo a pessoas e ao patrimônio público são de autoria, em se tratando de assistidos dessas entidades sociais, é de dependentes que já não moram mais ruas".
Neste final de semana, um ex-Oficial de Inteligência garantiu, contudo, que, "o roubo de motocicletas, veículos, aparelhos celulares, porta-cédulas, bolsas de idosas e dinheiro são praticados por gangues sob o comando de chefes que se homiziariam em parte de dentro das comunidades terapêuticas e institutos sociais".
- No Instituto Pai Resgatando Vidas, meus colegas de farda não cansam de apreender menores após roubos e furtos no centro dentro dentou dessa instituição, acrescentou o Oficial.
Das entidades em funcionamento em Manaus, nenhuma outra é vista tanto (de forma negativa) na crônica policial. Como se vê, ele diz que apesar de denúncias com provas robustas em desfavor da atuação da direção do Instituto Pai Resgatando VidS, "o poder público amazonense parece se rendeu diante dos casos das refugiadas amazonenses e de outros", disseram a ex-colaboradoras, agora, refugiadas na Europa.
Para entender um pouco mais sobre a polêmica atuação e a vida de luxo mostrada pelo fundador e presidente do Instituto "Pai Resgatando Vidas", este site foi às redes sociais (Facebook, Istagran, WhatsApp) obteve vídeos, fotos e áudios publicados dele em lanchas com garotas e exibindo dinheiro dentro de uma mala de viagem.
Obteve, também, informações sobre a suposta origem do dinheiro exibido pelo dirigente da entidade em festas pessoais e viagens particulares a São Paulo e a outros estados. Segundo as ex-colaboradoras, "todo o dinheiro que entra seria depositado numa conta privada". As doações locais seriam gerenciadas por Marcos Bastos e as internacionais, por supostos laranjas de fora do Instituto.
Enquanto isso, as maiores contribuições são feitas através da conta de laranjas, na tentativa da entidade se livrar de uma possível operação malha fina da Receita Federal e/ou do Fisco Estadual, elas disseram.
DESVIOS DE FINALIDADE
Na região onde estar localizado o polêmico Instituto cuja missão seria, de forma mansa e pacífica, recuperar dependentes quìmicos das ruas para um abrigo social sob cuidados de responsáveis técnicos, "não é bem isso que se vê no espaço mantido por doações arrecadadas de cidadãos intencionados", diz comerciante da Avenida Joaquim abuso - que não doa mais nada à instituição.
Ele se diz, também, frustrado em seu ato de caridade humana e responsabilidade social em atenção a pessoas que, "já não tem mais identidade pessoal nem familiar"; os moradores de rua, com e/ou sem dependência química. Dessa forma, a Vigilância Sanitária e o Conselho Regional de Medicina (CRM-AM) e de Psicologia precisam intervir na pseudo- planos que lidam com dependentes químicos no Estado do Amazonas. e, especialmente, em Manaus Capital.
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Para o ex-doador e a outros com o mesmo pensamento defendido por ele, é preciso que as autoridades no âmbito do Governo do Estado, Federal e Municipal, além da Polícia Federal e o Ministério Público Federal, "chequem as evidências para frear o que classificou de empirismo no tratamento de supostas pessoas com dependência química sem o controle de profissionais habilitados".
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