Abigail Mor Idan, cidadã dos EUA, fez 4 anos na última sexta (24/11) nas mãos dos Hamas. Pais dela foram mortos em 7 de outubro
Em entrevista ao canal NBC News, Jake Sullivan, conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, afirmou que os EUA estão “esperançosos” de que Abigail Mor Idan, de 4 anos, seja libertada neste domingo (26/11) pelo Hamas. Ela fez aniversário na sexta-feira (24/11).
No programa Meet the Press, Sullivan afirmou que “já passou da hora” de libertar Abigail, que perdeu os pais durante o ataque de 7 de outubro. Naquele dia, integrantes do Hamas invadiram o território de Israel e matou cerca de 1.400 civis e militares.
“Esperamos que, literalmente a qualquer hora, saberemos qual dos americanos está fora”, disse o conselheiro. “Temos uma noção de quem serão, mas não estou em posição de confirmar. Queremos ter certeza de que a soltura ocorrerá conforme indicado”, destacou.
Veja também

Menina sequestrada pelo Hamas e dada como morta reencontra pai. VEJA VÍDEO
Israel recebe 3ª lista de reféns do Hamas, após sábado nervoso
De acordo com a tia-avó de Abigal, ela e os pais estavam em casa, no kibutz Kfar Aza, bem próximo da Faixa de Gaza. E que a menina estava no colo do pai quando ele foi morto.
Abigail, então, correu para a casa de um vizinho, em abrigo antiaéreo. Mas os terroristas sequestraram as pessoas que estavam no local.
Os irmãos mais velhos de Abigail também conseguiram sobreviver. “Eles viram a mãe ser assassinada. Eles viram seu pai assassinado. Essas crianças sabem que seus pais se foram”, contou Liz Hirsh Naftali, tia-avó dos meninos.
ALÉM DE ABIGAIL, DOS EUA, A LISTA DE HOJE
O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou ter recebido uma lista dos reféns que deverão ser libertados. O documento foi verificado por autoridades de segurança e as famílias dos reféns foram informadas.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram
Os israelenses também prepararam a saída de prisioneiros palestinos e o traslado deles para a Cisjordânia.
Fonte: Metropóles