Tudo é muito cedo, mas os candidatos de direita estão atrás em todos os cenários
Pela pesquisa a aprovação do governo permanece estável no fim do segundo ano de governo, um ano meio tumultuado em que a economia trouxe bons indicadores, mas houve muito ruído político, erros de comunicação e com a exposição de um pessimismo exagerado no mercado financeiro.
No cenário em que Bolsonaro concorre com Haddad, ele consegue os mesmos 35% que é o mesmo total de votos que teria se enfrentasse Lula, ou seja, perderia também para Haddad.
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O ministro da Fazenda teria mais votos também que o governador de São Paulo se a disputa for entre Haddad e Tarcísio, com um detalhe observado por Felipe Nunes: Haddad é conhecido por 80% e Tarcísio por 55%. Haddad venceria também se enfrentasse Ronaldo Caiado.
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Tudo é muito cedo, mas os candidatos de direita estão atrás em todos os cenários. A direita prefere Michelle Bolsonaro, caso o ex-presidente continue inelegível. Ela tem 21% de apoio, seguida por Pablo Marçal com 18%. Tarcísio de Freitas está em terceiro lugar nesse cenário, sem Bolsonaro.
Fonte: O Globo