Mandante Julian Larry, a vítima Rafael Cunha e autor dos tiros Adriano Fogassa
O homem identificado como Adriano Fogassa Almeida, 23, autor dos tiros que mataram o empresário Rafael Moura Cunha, 40, no mês de fevereiro de 2021, foi preso na última sexta-feira, 11, quando fazia um arrastão no bairro do Coroado, Zona Leste de Manaus.
O cumprimento do mandado de prisão preventiva foi confirmado no final da manhã desta segunda-feira, 14, durante entrevista coletiva com o delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Ricardo Cunha, que revelou detalhes de como aconteceu o assassinato do empresário.
A investigação confirmou que Julian Larry Barbosa Soares, 34, foi o mandante do crime, motivado por uma dívida de R$ 400 mil que ele tinha com Rafael e porque queria ser o único dono da casa de pagode em que ambos eram sócios, localizada no bairro do Parque Dez de Novembro.
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Pistoleiro contratado Adriano Fogassa foi
preso na última sexta-feira quando fazia
assaltos no bairro do Coroado
O primeiro a ser contratado para cometer o crime foi um homem identificado como Alinelson William Araújo Pereira, 30, que na época era detento do regime semiaberto e estava usando tornozeleira eletrônica, por isso ele chamou Adriano Fogassa para assassinar Rafael na noite do dia 2 de fevereiro de 2021.
O empresário também era proprietário do Restaurante de comida japonesa Blend Café Lounge Fast Temaki, no bairro do Parque Dez de Novembro, onde foi assassinado com tiros na cabeça quando estava entrando em seu carro estacionado na frente do empreendimento comercial.
Julian Larry, o mandante do crime foi preso em abril de 2022, Alinelson Willian já havia sido preso em março do mesmo ano e no último final de semana deste mês de agosto, foi cumprido o mandado de prisão preventiva do autor dos tiros, Adriano Fogassa, que já é ex-presidiário.

Noite em que Adriano Fogassa mata o empresário
Rafael Moura no momento que ele está entrando
em seu carro no bairro do Parque Dez
de Novembro (Fotos: Divulgação)
O delegado Ricardo Cunha esclareceu ainda, durante a coletiva realizada na DEHS, que na época do crime o mandante do crime pagou R$ 6 mil e posteriormente, vinha fazendo outros repasses semanais de dinheiro para Alinelson e Adriano, que já totalizavam R$ 14 mil, até Julian Larry ser preso.
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Com esta última prisão realizada na sexta-feira, o delegado finalizou a coletiva, afirmando que o assassinato do empresário Rafael Moura Cunha está completamente elucidado, as motivações estão esclarecidas e os três envolvidos, mandante pistoleiros contratados estão presos e colocados à disposição da Justiça do Amazonas.
VEJA VÍDEO: