Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Como em encrencados em supostas fraudes ou mesmo presos a algum negócio escuso, vereadores humaitaenses parecem não querer reagir às críticas consideradas contundentes atribuídas ao professor licenciado Luís D”Ávila (mais conhecido como Professor Alemão).
Ex-aliado de prefeitos que passaram pelo “Palácio das Mangadas”, segundo servidores da educação, ao longo dos últimos governos, “Alemão teria se beneficiado com supostos favores ou abonos por faltas ao trabalho”.
Uma fonte da Secretaria Municipal de Educação (Semed), sob segredo da identidade, confidenciou ao portal que, “O Professor Alemão, no período, ao que parece usar uma técnica de pressão, feroz e voraz, contra gestores públicos.
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Na Câmara, entre 15 dias da atual legislatura (2021-24), apenas Samuel Mendonça (ex-PL) e Russel Lello () diante de um cenário de uma suposta campanha difamatória ao Legislativo, esboçaram reação ao bombardeio de denúncias divulgadas pelo “Professor Alemão” em sua página na Internet, diariamente.
O primeiro levar o assunto a plenário, Russel Lello (que ensaiou fuga da base aliada, mas, em seguida, retomou ao esquema com uma desenvoltura impressionante), “foi o primeiro a quebrar o silêncio e fez rasgados elogios ao denunciante”.
Já o vereador Samuel Mendonça (presidente da Colônia Dos Pescadores de Humaitá (COLPESCA), comedido, se dispôs a imitar o servidor licenciado ao menos 22 anos, “para ver seus requerimentos e indicações atendidos pelo Executivo Municipal”.
“Samuel da Colônia” deixou estupefato o presidente da Casa, Manoel Domingos (que teve frustrado o sonho de vir a ser o desejado vice do prefeito Dedei Lobo para eleger o filho, nas eleições deste ano), ao exigir um Legislativo forte, célere e transformador, “que os representem”.
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O parlamentar admitiu, no entanto, que, “já não basta mais colocarmos requerimentos e indicações, em plenário”. E em cima de vídeos, aparece o servidor que não trabalha, “pago com o dinheiro público para falar mal da administração, e é atendido por secretários”, reafirmou Samuel da Colônia.
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