Alterações comportamentais e neurológicas podem surgir durante a evolução do Alzheimer e passam despercebidas por familiares e cuidadores
O Alzheimer não é só aquela história de esquecer onde deixou a chave ou nomes de pessoas. A doença pode se manifestar de um jeito que muita gente nem imagina, afetando comportamento, percepção e até emoções.
Tem a síndrome de Capgras, que faz a pessoa achar que um familiar foi trocado por um impostor idêntico. Do outro lado, a síndrome de Fregoli engana o cérebro, e o paciente acredita que desconhecidos são pessoas conhecidas disfarçadas.
A síndrome de Charles Bonnet entra em cena quando o paciente começa a ter alucinações visuais, muitas vezes ligada à perda de visão. Já a síndrome de Klüver-Bucy mexe com o lobo temporal, provocando impulsividade, docilidade exagerada e mudanças no comportamento sexual.
Veja também

Microbioma intestinal pode ajudar a detectar câncer precocemente, apontam estudos
Adolescência no autismo traz novos desafios e exige mais atenção de famílias e especialistas
Tem também a famosa síndrome do pôr-do-sol, quando a pessoa fica agitada e confusa no fim da tarde, e a síndrome amnéstica, que intensifica o esquecimento e dificulta reconhecer pessoas, objetos ou caminhos conhecidos.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Por fim, o delírio, aquele estado de confusão súbita que pode surgir por infecção, desidratação ou mudanças no ambiente, completa a lista. É um lembrete de que o Alzheimer vai muito além da memória e pode impactar o dia a dia de formas inesperadas.