Uma situação considerada grave está sendo discutida neste momento em reunião com o Ministério Público Federal (MPF): o ano letivo ainda não começou para estudantes da zona rural do município de Itamarati, no interior do Amazonas — e o calendário já se aproxima do fim de maio.
A denúncia vem causando indignação entre moradores, pais, professores e lideranças locais, que cobram uma resposta urgente da gestão municipal diante do atraso considerado inadmissível.
Enquanto milhares de alunos deveriam estar frequentando as salas de aula, aprendendo e construindo seu futuro, crianças e adolescentes da zona rural seguem sem acesso ao ensino, acumulando prejuízos educacionais, sociais e emocionais.
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O caso escancara o drama enfrentado pelas famílias do interior, que dependem da estrutura pública para garantir o direito básico à educação. A revolta aumenta porque o município já caminha para o mês de junho sem solução definitiva para o problema.
Segundo denúncias, a demora no início das aulas demonstra falta de planejamento e compromisso da gestão com a educação rural, deixando estudantes, professores e comunidades inteiras em situação de abandono.
A expectativa agora gira em torno das medidas que poderão ser adotadas após a reunião com o Ministério Público Federal.
Moradores cobram respostas concretas, calendário definido e providências imediatas. Afinal, educação é um direito garantido por lei e não pode continuar sendo tratada com descaso.
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A situação segue sendo acompanhada de perto, enquanto a população de Itamarati aguarda que os alunos da zona rural finalmente tenham acesso ao ensino que lhes é garantido por direito.
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