Sistema usa luzes vermelhas, verdes e azuis para ampliar brilho, precisão e variedade de cores na tela
A indústria de televisores iniciou 2026 com uma nova aposta para o mercado premium: a tecnologia RGB Mini LED. Prometendo mais brilho, cores mais intensas e maior controle da imagem, o sistema já chegou às linhas de marcas como Sony, Hisense e Samsung. Apesar do avanço, os primeiros testes indicam que a novidade ainda não conseguiu superar as telas OLED em todos os cenários.
A principal diferença está no sistema de iluminação. Enquanto os modelos Mini LED tradicionais utilizam milhares de pequenas luzes brancas para iluminar o painel, o RGB Mini LED aposta em luzes vermelhas, verdes e azuis separadas. Essa mudança permite um controle mais preciso das cores e melhora o desempenho principalmente em ambientes com muita iluminação.
Na prática, a tecnologia consegue entregar imagens mais vibrantes durante o dia, com maior brilho e uma gama de cores mais ampla. Porém, como ainda depende de uma iluminação traseira, enfrenta limitações semelhantes às dos modelos Mini LED convencionais, especialmente na reprodução de cenas que misturam áreas muito claras e muito escuras.
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Os primeiros modelos lançados geraram expectativa no mercado. A linha Bravia True RGB, da Sony, recebeu avaliações positivas com os modelos Bravia 9 II e Bravia 7 II, mas os testes não apontaram uma vantagem definitiva sobre as melhores TVs OLED disponíveis atualmente.
A Hisense também apresentou o modelo UR9, enquanto a Samsung apostou no R95H, que chamou atenção pela capacidade de exibir cores mais amplas. No entanto, alguns especialistas levantaram dúvidas sobre possíveis dificuldades em cenas com muito movimento.
Já a TCL adotou uma postura mais cautelosa e avalia que o RGB Mini LED ainda precisa evoluir em componentes, processamento de imagem e disponibilidade de conteúdo compatível antes de se tornar um padrão dominante no mercado.
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Apesar disso, especialistas apontam que a tecnologia representa um passo importante para o futuro das telas. A tendência é que novos aprimoramentos reduzam as limitações atuais e aumentem a disputa entre Mini LED e OLED nos próximos anos.