Produtos enlatados podem ser práticos e ajudar na manutenção de uma dieta equilibrada. Saiba o que avaliar no rótulo e na embalagem
Práticos, baratos e fáceis de armazenar, os alimentos enlatados ainda carregam fama de inimigos da alimentação saudável. Mas, ao contrário do que muitos imaginam, a maior parte deles pode, sim, fazer parte de uma dieta equilibrada. O segredo está em saber o que procurar no rótulo e como escolher o produto certo. Para a surpresa de alguns, esses produtos em geral não contêm conservantes.
Ao contrário de ingredientes in natura, esses alimentos ficam protegidos da luz e do oxigênio, o que faz com que tenham uma vida útil maior. É o caso, por exemplo, do milho e da sardinha em lata. Já as leguminosas — como grão-de-bico, ervilha e feijão — têm outras vantagens na versão enlatada. Por outro lado, alguns nutrientes, como a vitamina C e as do complexo B, acabam sendo degradados pelo calor.
Mas não é qualquer produto em lata que vale a pena colocar no carrinho do supermercado. “É importante evitar aqueles com adição de itens como óleos, sal e açúcar, que podem estar, inclusive, em caldas e molhos”, alerta a nutricionista Giuliana Modenezi, do Espaço Einstein Esporte e Reabilitação, do Einstein Hospital Israelita.
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O ideal é optar por aqueles feitos apenas com o alimento (exemplo: apenas milho) e temperar em casa, durante a preparação. Versões enlatadas já saborizadas tendem a ter mais sódio, aromatizantes e outros ingredientes não desejados.
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O estado geral da embalagem também precisa ser avaliado: se a lata estiver amassada, enferrujada ou estufada, não leve para casa. “Qualquer problema visível que acontece com a embalagem pode comprometer o alimento. Nesses casos, mesmo que o alimento não esteja ‘vazando’ é preciso lembrar que podem ter se formado microfuros, por onde microrganismos podem passar, contaminando o produto”, avisa a pesquisadora da Unicamp.
Fonte: Metrópoles