Os preços dos alimentos vendidos em supermercados registraram queda de 0,3% em julho, refletindo principalmente o recuo nos valores dos legumes e de outros produtos hortifrutigranjeiros. O resultado interrompe a pressão observada nos meses anteriores e trouxe alívio ao bolso dos consumidores.
Segundo especialistas, a redução foi impulsionada pelo aumento da oferta de legumes após a melhora das condições climáticas e da produção agrícola, favorecendo a queda dos preços nas gôndolas. Alguns itens registraram reduções expressivas durante o mês, contribuindo para desacelerar a inflação dos alimentos.
Apesar do recuo, o cenário ainda exige cautela. Produtos como carnes, café e alguns alimentos industrializados continuam pressionando o orçamento das famílias, o que impede uma queda mais significativa do custo da cesta de compras.
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Economistas avaliam que a descompressão dos preços dos hortifrutis pode continuar nos próximos meses, desde que as condições climáticas permaneçam favoráveis e não haja novos choques na oferta de alimentos.
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A redução da inflação nos supermercados representa um sinal positivo para os consumidores, mas especialistas lembram que o comportamento dos preços dos alimentos costuma variar ao longo do ano, influenciado por fatores como clima, safra e custos de produção.