Estado ultrapassou R$ 1 bilhão em investimentos entre 2019 e 2026 e colocou a Fapeam entre as agências que mais financiam estudos sobre a região, no mundo
O Amazonas vem ampliando sua presença no cenário científico internacional graças ao crescimento de pesquisas voltadas para a Amazônia, biodiversidade, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável. Universidades, institutos de pesquisa e centros tecnológicos instalados no estado têm atraído investimentos e parcerias globais voltadas ao estudo da maior floresta tropical do planeta.
Nos últimos anos, pesquisadores amazonenses passaram a integrar projetos internacionais ligados à preservação ambiental, monitoramento climático, biotecnologia e bioeconomia. O avanço colocou o estado em posição estratégica dentro das discussões mundiais sobre meio ambiente e sustentabilidade.
Instituições como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm desempenhado papel central nesse processo. Os centros atuam em estudos sobre fauna, flora, recursos hídricos, impactos do desmatamento e desenvolvimento de soluções sustentáveis baseadas na biodiversidade amazônica.
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Pesquisadores destacam que o interesse internacional pela Amazônia aumentou significativamente diante das mudanças climáticas e da importância da floresta para o equilíbrio ambiental global. Cientistas estrangeiros passaram a buscar cooperação com laboratórios e especialistas da região Norte para ampliar pesquisas de campo e produção de dados ambientais.

Foto: Divulgação
Além das áreas ambientais, o Amazonas também vem se destacando em pesquisas envolvendo medicamentos naturais, biotecnologia e aproveitamento sustentável de recursos florestais. Estudos sobre compostos extraídos de plantas amazônicas já despertam interesse da indústria farmacêutica e cosmética internacional.
O crescimento da produção científica também impulsiona a formação de novos pesquisadores locais. Programas de pós-graduação e bolsas de pesquisa têm ajudado a consolidar Manaus como um importante polo acadêmico da região amazônica.
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Especialistas afirmam que o fortalecimento da ciência na Amazônia é estratégico não apenas para o Brasil, mas para o mundo. A expectativa é de que novos investimentos internacionais ampliem ainda mais a participação do Amazonas em projetos globais relacionados à preservação ambiental, tecnologia verde e economia sustentável.