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Americano recebe prisão perpétua por planejar assassinato da esposa com ajuda de au pair brasileira
Foto: Divulgação

Crime chocou os Estados Unidos e revelou uma trama envolvendo relacionamento extraconjugal, falsa identidade e duplo homicídio.

Um homem foi condenado à prisão perpétua sem direito à liberdade condicional nos Estados Unidos por participação no assassinato da própria esposa e de um segundo homem, em um caso que ganhou repercussão pela complexidade do plano criminoso. A sentença foi anunciada nesta sexta-feira (5), após decisão da Justiça do Condado de Fairfax, no estado da Virgínia.

 

Brendan Banfield foi considerado culpado por dois homicídios qualificados, além de responder por uso de arma de fogo durante a prática do crime e por colocar uma criança em situação de risco.

 

De acordo com a investigação, o crime teria sido planejado com a participação da brasileira Juliana Peres Magalhães, natural de Jacareí (SP), que trabalhava como au pair nos Estados Unidos e mantinha um relacionamento com Banfield na época dos fatos.

 

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A promotoria apontou que os dois utilizaram a identidade da esposa de Brendan, Christine Banfield, em um site de encontros voltado a fetiches sexuais para atrair Joseph Ryan até a residência da família. Segundo os investigadores, o homem teria sido usado como parte da estratégia para encobrir o crime.

 

Joseph Ryan foi morto a tiros dentro da casa. Já Christine Banfield foi encontrada morta após sofrer golpes de faca. Inicialmente, o caso chegou a ser tratado como uma possível invasão à residência.

 

Juliana Magalhães firmou acordo com a Justiça e se declarou culpada por homicídio culposo em 2024. Em troca de colaboração com as investigações e depoimento durante o julgamento, ela foi condenada a 10 anos de prisão.

 

Durante o processo, Banfield alegou ter atirado em Ryan ao encontrá-lo supostamente atacando sua esposa. A versão, no entanto, foi rejeitada pelo júri, que o considerou responsável pelo planejamento e execução do duplo homicídio.

 

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Além das mortes, a Justiça destacou que a filha do casal estava na residência no momento do crime, fator que contribuiu para a condenação por colocar uma criança em perigo. 

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