A Anvisa aprovou nova medicação que oferece opção de tratamento para quem sofre com epilepsia e sofre com baixa resposta medicamentosa
Uma nova alternativa terapêutica para pacientes que convivem com crises epilépticas persistentes acaba de receber aprovação da Anvisa. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o registro de um medicamento indicado para tratar epilepsia resistente aos tratamentos convencionais, condição que afeta uma parcela significativa das pessoas diagnosticadas com a doença.
O fármaco aprovado é o Xcopri, cujo princípio ativo é o cenobamato, desenvolvido pela Momenta Farmacêutica. O medicamento é indicado para adultos com crises focais que continuam apresentando episódios mesmo após o uso de outras terapias disponíveis.
A autorização, publicada no Diário Oficial da União, representa um avanço no tratamento da chamada epilepsia farmacorresistente, uma das formas mais difíceis de controlar da doença.
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O cenobamato atua diretamente na atividade elétrica do cérebro, reduzindo as descargas neuronais anormais responsáveis pelas crises epilépticas. Ao estabilizar essa atividade, o medicamento diminui a probabilidade de novos episódios.

Footo: Reprodução
Nos estudos clínicos analisados para a aprovação, o tratamento apresentou resultados considerados promissores. Entre os pacientes que utilizaram 100 miligramas por dia, cerca de 40% tiveram redução de pelo menos 50% na frequência das crises. Já entre aqueles que receberam 400 miligramas diários, o índice de melhora chegou a 64%O cenobamato atua diretamente na atividade elétrica do cérebro, reduzindo as descargas neuronais anormais responsáveis pelas crises epilépticas. Ao estabilizar essa atividade, o medicamento diminui a probabilidade de novos episódios.
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Nos estudos clínicos analisados para a aprovação, o tratamento apresentou resultados considerados promissores. Entre os pacientes que utilizaram 100 miligramas por dia, cerca de 40% tiveram redução de pelo menos 50% na frequência das crises. Já entre aqueles que receberam 400 miligramas diários, o índice de melhora chegou a 64%O novo medicamento é destinado a adultos com crises focais persistentes, um tipo de epilepsia que se origina em uma área específica do cérebro. Ele é indicado principalmente para pacientes que já tentaram pelo menos dois tratamentos antiepilépticos diferentes sem sucesso.