Agência rebate informações falsas sobre imunizantes em meio ao registro de 24 casos de sarampo no país em 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou a alertar a população sobre informações falsas relacionadas às vacinas utilizadas no Brasil. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (14), a agência afirmou que não existem vacinas experimentais sendo aplicadas no país e reforçou que os imunizantes disponíveis passaram por avaliações antes de serem liberados para uso.
Segundo a Anvisa, tanto as vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) quanto as disponíveis na rede privada precisam apresentar dados que comprovem qualidade, segurança e eficácia. A agência também afirmou que os critérios adotados no Brasil seguem padrões rigorosos utilizados por órgãos reguladores internacionais.
A agência também rebateu outras informações que circulam nas redes sociais, como alegações de que vacinas poderiam causar intoxicação ou conter ingredientes secretos e até partes de corpos humanos. De acordo com o órgão, essas afirmações são falsas.
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Mesmo depois da aprovação, os imunizantes continuam sendo acompanhados pelas autoridades. Possíveis eventos adversos são monitorados pelo sistema de farmacovigilância e pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), permitindo uma avaliação contínua dos benefícios e dos possíveis riscos das vacinas.
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O esclarecimento ocorre em meio ao aumento da preocupação com o sarampo. Até 13 de agosto, o Brasil havia registrado 24 casos da doença em 2026, relacionados à importação do vírus por pessoas que viajaram para outros países. A vacinação continua sendo apontada pelas autoridades como a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente pelo SUS.