Mesmo com restrição judicial, manifestação ocorreu em frente ao condomínio do ex-presidente sob prisão domiciliar.
Mesmo após determinação do Supremo Tribunal Federal, uma apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro realizou uma manifestação em frente ao condomínio onde ele cumpre prisão domiciliar, no Jardim Botânico, em Brasília, na noite desta segunda-feira (22/6).
A ação ocorreu apesar da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que proibiu a realização de vigílias, acampamentos e aglomerações em um raio de 1 km do local da residência do ex-presidente. A medida foi definida no âmbito do Supremo Tribunal Federal como forma de evitar tumultos e possíveis interferências no cumprimento das cautelares.
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A manifestante, conhecida como pastora Lili Carabina, chegou ao local por volta das 18h e permaneceu no entorno do condomínio até cerca de 18h40, usando bandeiras do Brasil e de Israel presas ao corpo. Até aquele horário, não havia registro de intervenção policial.
A presença da apoiadora ocorre em meio ao período final da prisão domiciliar determinada pelo STF, cuja vigência de 90 dias está perto do término. Ao fim desse prazo, a situação de Bolsonaro deverá ser reavaliada pela Corte.
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Na decisão que estabeleceu as restrições, Moraes afirmou que as medidas têm o objetivo de evitar a formação de aglomerações que possam gerar coação institucional ou descumprimento das condições impostas ao ex-presidente.