Um leitor do PORTAL DO ZACARIAS procurou a reportagem para denunciar o que classifica como perseguição política, assédio moral e violência psicológica dentro da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Segundo ele, a situação teve início em 22 de julho de 2024, após uma publicação realizada pela Assessoria de Comunicação (Ascom) da instituição envolvendo diretamente sua imagem e sua situação acadêmica.
De acordo com o denunciante, a divulgação gerou constrangimentos, exposição indevida e uma série de consequências negativas em sua vida pessoal, acadêmica e social. Ele afirma que, desde então, passou a enfrentar dificuldades decorrentes da repercussão do caso e da forma como a universidade conduziu a situação.
O estudante relata que buscou esclarecimentos e soluções administrativas junto à instituição, mas encontrou obstáculos burocráticos e falta de respostas efetivas. Ainda segundo ele, ao longo do processo houve episódios que considera como perseguição institucional, afetando sua rotina acadêmica, sua saúde emocional e sua imagem perante colegas e professores.
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Diante da situação, o caso foi levado à Justiça Federal. Na ação, foram discutidos não apenas os efeitos da publicação realizada pela Ascom, mas também a condução adotada pela universidade ao longo do processo. Durante a tramitação judicial, documentos e manifestações foram apresentados para demonstrar os supostos prejuízos sofridos pelo estudante.
Recentemente, o denunciante obteve decisão favorável na Justiça Federal, que reconheceu pontos considerados relevantes na ação judicial. Apesar da sentença, ele afirma que ainda enfrenta dificuldades relacionadas ao cumprimento da decisão e à divulgação adequada do resultado.
O estudante destaca que todo o episódio provocou impactos significativos em sua vida acadêmica, profissional e emocional. Segundo ele, seu objetivo nunca foi criar conflitos com a instituição, mas garantir que seus direitos fossem respeitados e que o caso fosse analisado de forma justa, transparente e dentro da legalidade.
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Por fim, o denunciante espera que a situação sirva de reflexão para que casos semelhantes não se repitam com outros estudantes, reforçando a necessidade de transparência, imparcialidade e respeito aos direitos fundamentais dentro das instituições públicas de ensino.
Veja documentos clicando abaixo: