Na véspera, o Ibovespa fechou o pregão em queda de 0,5%, aos 123,4 mil pontos. Índice acumula alta de 0,8% na semana e de 2,62% no ano
No dia seguinte às decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, o Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações negociadas na Bolsa de Valores do Brasil (B3), operava em forte alta nesta quinta-feira (30/1).
Desde o início do pregão, o indicador registrava ganhos. Por volta das 11h40, o Ibovespa tinha alta de 1,4%, chegando ao patamar dos 125 mil pontos (125,1 mil).
Na véspera, o Ibovespa fechou o pregão em queda de 0,5%, aos 123,4 mil pontos.
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O índice ainda acumula alta de 0,8% na semana e de 2,62% no ano.
Entre os papéis que mais se valorizavam no pregão desta quinta, estavam os do Magazine Luiza, ultrapassando 5,7% de alta.
Localiza, com ganhos de 2%, e Renner, com alta de 1,6%, também eram destaques.
A Vale esboçava uma recuperação após perdas recentes e avançava 1,2%.
No setor de siderurgia, CSN subia 2%, e a Gerdau, 0,6%.
Os setores de petróleo e financeiro também sustentavam a alta do Ibovespa.
Petrobras tinha alta de 0,4%; Prio subia 1,1%; Banco do Brasil avançava 0,5%; e Itaú registrava ganhos de 0,9%.
Os investidores repercutem nesta quinta as decisões do Copom e do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) sobre os juros básicos das economias de Brasil e EUA.
A reunião concluída nessa quarta-feira (29/1) foi a primeira do Copom em 2025 e também a primeira desde a posse do economista Gabriel Galípolo, ex-diretor de Política Monetária do BC e ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, na presidência da autarquia. Galípolo foi indicado ao posto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sucedeu a Roberto Campos Neto, que havia sido indicado por Jair Bolsonaro (PL).
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O Copom tem mais sete reuniões programadas para este ano para definir a taxa básica de juros do país. O próximo encontro do colegiado com essa finalidade acontecerá nos dias 18 e 19 de março.
Fonte: Metrópoles