Governistas avaliam que operação da PF, reunião entre o brasileiro e o norte-americano e avanço em pauta estratégica na Câmara contrariam narrativa de governo morto
Integrantes do governo Lula passaram a apostar em uma sequência de acontecimentos políticos para tentar frear a narrativa de enfraquecimento do Palácio do Planalto após a derrota envolvendo a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Nos bastidores de Brasília, aliados do presidente avaliam que a operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira, além da reunião entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, podem ajudar o governo a recuperar força política e mudar o clima negativo que tomou conta da base governista nos últimos dias.
A rejeição ao nome de Jorge Messias provocou forte desgaste dentro do governo e animou setores da oposição, que passaram a afirmar que Lula estaria perdendo capacidade de articulação política no Congresso Nacional.
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Porém, governistas acreditam que os novos fatos podem mudar rapidamente o cenário político em Brasília. A operação envolvendo Ciro Nogueira atingiu um dos principais nomes do Centrão e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, aumentando a tensão nos bastidores da política nacional.
Além disso, a reunião entre Lula e Donald Trump foi tratada por integrantes do governo como um gesto importante de fortalecimento diplomático e internacional do presidente brasileiro.
Aliados de Lula afirmam que a sucessão de acontecimentos ajuda a reduzir o impacto da derrota sofrida no STF e impede que a oposição consolide o discurso de fragilidade permanente do governo.
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Nos corredores do Congresso, parlamentares avaliam que o ambiente político segue extremamente instável e pode mudar rapidamente dependendo dos próximos movimentos do Planalto e da oposição.