Pacientes costumam descobrir a enfermidade apenas em estágios avançados; perda visual é irreversível, mas diagnóstico precoce e tratamento ajudam a preservar a qualidade de vida
Os atendimentos relacionados ao Glaucoma quase dobraram no Brasil na última década, acendendo um alerta entre especialistas sobre o avanço da doença, que muitas vezes se desenvolve sem sintomas perceptíveis.
Considerado uma das principais causas de cegueira no mundo, o glaucoma provoca danos progressivos ao nervo óptico e, quando não diagnosticado precocemente, pode levar à perda permanente da visão.
Médicos explicam que o grande perigo está justamente no caráter silencioso da doença. Em muitos casos, o paciente só percebe alterações quando parte significativa da visão já foi comprometida, especialmente a visão periférica.
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Entre os principais fatores de risco estão idade acima de 40 anos, histórico familiar, diabetes, pressão intraocular elevada e uso prolongado de corticoides.
Especialistas reforçam que exames oftalmológicos regulares são fundamentais para detectar o problema cedo e iniciar o tratamento, que pode incluir colírios, laser ou cirurgia, dependendo da gravidade do quadro.
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O diagnóstico precoce é considerado essencial para frear a progressão da doença e preservar a qualidade de vida do paciente.