Ao desembarcar em Buenos Aires, Thiago Ávila foi detido e interrogado
O ativista brasileiro Thiago Ávila foi detido ao chegar a Buenos Aires, na Argentina, e acabou deportado por decisão atribuída ao governo do presidente Javier Milei.
Ele desembarcava no país acompanhado da esposa e da filha quando foi abordado por agentes de segurança ainda no aeroporto, tendo sua entrada negada pelas autoridades locais.
Segundo relatos de sua equipe e de familiares, Ávila foi separado da família e levado para interrogatório, sob a justificativa inicial de problemas com documentação.
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No entanto, posteriormente, agentes teriam afirmado que ele “não era bem-vindo” no país, indicando que a decisão partiu de instâncias superiores do governo argentino.
O ativista, conhecido internacionalmente por sua atuação em defesa da causa palestina, viajaria para participar de eventos e debates ligados a uma missão humanitária organizada pela Global Sumud Flotilla, iniciativa que busca apoio internacional para a Faixa de Gaza. Com a deportação, ele foi impedido de realizar qualquer atividade pública em território argentino.
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Após negociações, ficou definido que Ávila seguiria viagem para Barcelona, mantendo parte de seu itinerário original. O caso gerou repercussão política e mobilização de apoiadores, enquanto autoridades argentinas não apresentaram explicações detalhadas sobre os motivos da deportação.