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Auditor fiscal do Tocantins é afastado após suspeita de favorecer empresas em operações de R$ 400 milhões
Foto: Divulgação

Chefe do setor de combate a fraudes fiscais ficará afastado por 180 dias por determinação judicial; servidor perdeu cargo de confiança, mas continuará recebendo salário e mantém vínculo efetivo com o Estado.

A Secretaria da Fazenda do Tocantins afastou o auditor fiscal Ivaldo Pacheco Lessa Castro, que ocupava o comando da Superintendência de Enfrentamento a Fraudes Fiscais Estruturadas. A medida ocorreu em meio a suspeitas de favorecimento indevido a pelo menos duas empresas em operações estimadas em aproximadamente R$ 400 milhões.

 

O afastamento foi determinado judicialmente pelo período de 180 dias. Além disso, o servidor foi exonerado da função de confiança que exercia na estrutura da secretaria. As determinações foram publicadas no dia 3 de novembro de 2026.

 

A informação sobre o caso foi divulgada inicialmente pelo jornalista Luiz Armando Costa e ganhou repercussão nesta semana.

 

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Apesar de ter sido retirado temporariamente das atividades, Ivaldo Pacheco continuará recebendo sua remuneração durante o período de afastamento determinado pela Justiça.

 

A exoneração também não representa a perda do cargo efetivo de auditor fiscal. Dessa forma, o servidor mantém seu vínculo funcional com o Governo do Tocantins, embora não permaneça na função de chefia.

 

INVESTIGAÇÃO AINDA ESTÁ EM ANDAMENTO

 

Até o momento, os documentos publicados não identificam quais empresas teriam sido supostamente beneficiadas pelas operações. Também não há indicação de prejuízo aos cofres públicos definitivamente comprovado.

 

As suspeitas ainda são objeto de investigação, que deverá esclarecer se houve irregularidades na atuação do auditor e quais foram os possíveis impactos das operações.

 

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O caso segue em apuração, e as medidas adotadas até agora não representam uma conclusão definitiva sobre a responsabilidade do servidor. 

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