De acordo com análises do setor, a valorização é mais evidente no feijão-carioca, um dos tipos mais consumidos no país
A colheita da nova safra de feijão avança em diferentes regiões do Brasil, mas os preços do grão continuam em alta no mercado. Mesmo com o aumento da oferta, a disponibilidade ainda é considerada limitada, o que mantém as cotações firmes.
De acordo com análises do setor, a valorização é mais evidente no feijão-carioca, um dos tipos mais consumidos no país. Em algumas regiões, o aumento acumulado nas últimas semanas ultrapassa 20%, refletindo a disputa por lotes de melhor qualidade.
A saca de 60 quilos tem sido negociada entre cerca de R$ 285 e R$ 295, podendo alcançar valores ainda maiores dependendo do padrão do produto. Já o feijão-preto também registra recuperação de preços, com negociações variando entre R$ 175 e R$ 210 por saca.
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Especialistas apontam que os estoques reduzidos e a dificuldade de reposição ajudam a sustentar o movimento de alta. Atualmente, o volume disponível no país cobre apenas cerca de 15 dias de consumo, bem abaixo do nível considerado ideal.
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Com a primeira safra praticamente concluída em estados como Minas Gerais e Paraná, o mercado agora volta a atenção para o desenvolvimento da segunda safra. As condições climáticas e o desempenho das lavouras serão decisivos para o comportamento dos preços nos próximos meses.