Um criador de conteúdo do TikTok foi preso em Port St. Lucie, na Flórida, Estados Unidos, após ser acusado de expor informações privadas de duas mulheres na internet e se gabar de conseguir acompanhar a vida delas por meio dos celulares.
Mark Stephen Asea, de 36 anos, que se apresenta nas redes sociais como “demonologista” e tem o rosto completamente coberto por tatuagens, acabou virando assunto também por causa da própria foto de prisão, conhecida nos Estados Unidos como “mugshot”.
Mas o visual chamativo ficou em segundo plano diante das acusações.
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Segundo a polícia, Asea teria publicado vídeos no TikTok nos quais revelava detalhes pessoais de mulheres que, de acordo com os relatos, não autorizaram a divulgação das informações.
Em um dos casos, o homem teria surpreendido uma mulher ao mencionar detalhes sobre seus aparelhos eletrônicos e até sobre suas compras recentes.
“Vamos falar sobre a sua senha real”, teria dito Asea, segundo a transcrição apresentada no relatório policial.
Como se não bastasse, ele ainda teria perguntado sobre as “últimas 10 compras” feitas pela mulher pela internet.
A vítima contou aos investigadores que sua senha havia sido compartilhada apenas em um grupo privado do TikTok. Asea não fazia parte do grupo, segundo ela, e a suspeita é de que ele possa ter utilizado uma conta falsa para conseguir acesso às informações.
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Mark Stephen Asea, de 36 anos, foi preso
na Flórida (Foto: Reprodução)
AJUDA NO COMPUTADOR TERMINA EM SUSPEITA DE ‘ESPIÃO’
O segundo caso parece ter saído de um filme de espionagem.
A mulher contou à polícia que procurou Asea para resolver um problema em um aplicativo e permitiu que ele acessasse seu computador remotamente, em outubro de 2025.
Meses depois, porém, o homem teria afirmado que instalou um vírus na máquina enquanto ela estava no banheiro e que, a partir daí, poderia visualizar informações sem que ela soubesse.
O relato fez a mulher procurar as autoridades, preocupada com a possibilidade de estar sendo monitorada.
Asea já havia sido investigado anteriormente por suspeitas de perseguição e crimes cibernéticos. Na ocasião, porém, o caso foi arquivado.
Agora, voltou a ficar no radar da polícia após as denúncias das duas mulheres.
Enquanto a investigação avança, a curiosa história também ganhou repercussão nas redes sociais, principalmente pela combinação de acusações de espionagem digital com o visual excêntrico do acusado.
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O caso continua sendo investigado pelas autoridades americanas.