Nessa quarta, a bolsa encerrou o pregão com 167.563,47 pontos, numa variação positiva de 1,23%. Mercados ainda refletem eleições nos EUA
O mercado financeiro brasileiro começou esta quinta-feira (5) com movimentações moderadas, em meio à repercussão da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano. O Ibovespa chegou a inverter o movimento negativo da abertura e avançou 0,09%, alcançando 167.710 pontos por volta das 10h12.
A decisão do Banco Central interrompeu uma sequência de cinco cortes consecutivos na taxa de juros. O Copom justificou a manutenção diante das incertezas no cenário econômico nacional e internacional, além das preocupações com as expectativas de inflação e os preços das commodities.
No mercado cambial, o dólar comercial apresentou oscilações durante a manhã, sendo negociado na região de R$ 5,44 a R$ 5,46. Na sessão anterior, a moeda norte-americana havia encerrado o pregão em queda de 0,64%, cotada a R$ 5,45. O comportamento do câmbio também acompanha as movimentações dos mercados internacionais.
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Entre as ações negociadas na Bolsa, Petrobras, Vale e empresas do setor de petróleo contribuíram para a recuperação do Ibovespa. Santander também registrou valorização, enquanto Banco do Brasil e Itaú apresentaram pequenas perdas. Azul e Hapvida estavam entre os destaques positivos, ao contrário da Embraer, que operava em baixa.
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Os investidores também acompanham a divulgação dos dados da produção industrial brasileira, que registrou queda de 0,8% em setembro na comparação com agosto. O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado e reforçou as preocupações com o ritmo da atividade econômica. A atenção permanece voltada às decisões sobre juros, aos indicadores econômicos e aos resultados das empresas.