Uma publicação de autoria de um especialista em câncer viralizou, mas admite que não há evidências de danos à tireoide pelo uso de perfumes no pescoço. Veja o que diz a ciência
Borrifar perfume diretamente no pescoço é um hábito comum, mas pode provocar irritações e outros problemas de pele em algumas pessoas. A região fica frequentemente exposta ao sol, o que pode aumentar a sensibilidade provocada por determinadas substâncias presentes nas fragrâncias.
Alguns perfumes contêm componentes que podem causar irritação ou reações alérgicas. Quando a pele entra em contato com essas substâncias e depois é exposta à luz solar, também pode ocorrer uma reação chamada fotossensibilidade, que pode resultar em vermelhidão, manchas, coceira e ardência.
O risco depende da composição do produto e da sensibilidade de cada pessoa. Por isso, quem percebe alterações na pele após usar perfume deve interromper a aplicação na região afetada e observar a evolução dos sintomas.
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Especialistas recomendam atenção principalmente em áreas que ficam diretamente expostas ao sol. Uma alternativa é aplicar a fragrância em regiões protegidas pelas roupas, evitando o contato direto com a pele exposta quando houver histórico de irritação ou sensibilidade.
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Apesar de o perfume não representar um problema para a maioria das pessoas, o cuidado é importante para evitar reações desagradáveis. Caso uma irritação persista, aumente ou apresente sintomas mais intensos, a orientação é procurar avaliação de um profissional de saúde.