A rodovia BR-319 voltou ao centro de uma disputa judicial envolvendo organizações ambientais e o avanço de obras de infraestrutura no Amazonas.
Segundo informações divulgadas, uma ONG ligada ao setor ambiental prepara uma nova ação na Justiça Federal contra o processo de licenciamento e as licitações abertas para o chamado “trecho do meio” da estrada, que liga Manaus a Porto Velho.
O grupo alega irregularidades no processo de autorização das obras e questiona a validade das etapas do licenciamento ambiental conduzido pelos órgãos federais.
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A BR-319 é considerada uma das principais ligações terrestres entre o Amazonas e o restante do país, mas também é alvo de controvérsias há décadas por atravessar uma das regiões mais sensíveis da floresta amazônica.
De um lado, defensores da obra afirmam que a pavimentação é essencial para o desenvolvimento econômico e para reduzir o isolamento da região. Do outro, ambientalistas alertam para o risco de desmatamento e ocupação irregular ao longo do traçado da rodovia.
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A nova ofensiva judicial ocorre em meio a outras decisões recentes que já vêm travando, destravando ou reavaliando o andamento das obras no trecho central da estrada.