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Oitenta por cento dos brasileiros se declaram felizes, segundo a edição de 2026 do índice anual de felicidade do instituto Ipsos, divulgada nesta quinta-feira (19).
O número representa alta de dois pontos percentuais em relação a 2025, mas ainda fica abaixo dos 83% registrados em janeiro de 2023, o maior patamar já medido no país desde o início da série histórica, em 2011. No ranking global, o Brasil aparece em sétimo lugar entre os 29 países avaliados. Indonésia e Holanda lideram a lista, enquanto Hungria e Coreia do Sul estão no fim do ranking. A média mundial ficou em 74%.
A pesquisa mostra que a tendência de alta é ampla: em 25 dos 29 países pesquisados, a população está mais feliz do que há 12 meses, com exceção de Holanda, Índia e Argentina, que registraram queda. No longo prazo, porém, o cenário é mais cauteloso: em 15 dos 20 países com dados desde 2011, a proporção de felizes diminuiu ao longo dos anos. O Brasil se destaca como uma exceção, subindo de 77% em 2011 para 80% em 2026, acumulando alta de três pontos percentuais.
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Entre os brasileiros que se dizem felizes, o principal motivador é a fé ou vida espiritual, citada por 22% dos entrevistados, seguida de sentir-se valorizado ou amado (34%), saúde mental e bem-estar (31%) e sensação de controle sobre a própria vida (29%). Já entre os que se declaram infelizes, a situação financeira pessoal é o principal motivo, apontado por 54%, seguido pela saúde mental, citada por 37% dos entrevistados.
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A percepção positiva da economia também cresceu: 43% dos brasileiros consideram a situação econômica boa, aumento de dez pontos percentuais em relação a janeiro de 2025. O levantamento foi realizado entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026, com 23.268 adultos em 29 países, sendo mil no Brasil. A amostra brasileira é mais urbana, escolarizada e de renda mais alta do que a população geral, segundo o instituto.