Ministério da Saúde atribui queda a maior uso da tafenoquina, remédio de dose única do SUS que evita novas manifestações da doença; mortes caíram 30% em 2025
O Brasil continua enfrentando o desafio de controlar a malária, doença que permanece concentrada principalmente na região amazônica. Apesar dos avanços obtidos nos últimos anos, a transmissão ainda representa um problema importante de saúde pública em áreas onde as condições ambientais e sociais favorecem a circulação do parasita.
A doença é causada por parasitas do gênero Plasmodium e transmitida pela picada da fêmea infectada do mosquito Anopheles. Os principais sintomas são febre, calafrios, dor de cabeça, cansaço e dores no corpo. Sem diagnóstico e tratamento adequados, alguns casos podem evoluir para formas graves.
Na Amazônia, comunidades rurais, indígenas e populações que vivem em áreas de difícil acesso estão entre as mais expostas. A presença de rios, florestas e áreas de ocupação ou atividade econômica também cria condições favoráveis para a reprodução do mosquito transmissor.
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O diagnóstico rápido é considerado fundamental para interromper a transmissão e evitar complicações. O tratamento depende da espécie do parasita e deve ser iniciado o quanto antes, conforme orientação dos serviços de saúde.
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Embora o Brasil tenha conseguido reduzir a ocorrência da doença em diferentes períodos, a malária ainda exige vigilância constante, principalmente na região amazônica. O controle depende de diagnóstico precoce, tratamento adequado, monitoramento dos casos e ações de prevenção nas áreas mais afetadas.