O peso-mosca brasileiro Davi Bittencourt Costa, conhecido como Davi “O Black”, chega a 2026 em alta no cenário do MMA internacional.
Ex-campeão do Shooto Brasil, o lutador carrega um cartão de visitas pouco comum na categoria: venceu os dois atuais campeões do Legacy Fighting Alliance (LFA) — superando Eduardo “Chapolin”, dono do cinturão linear, e Marcos Degli, campeão interino.
O feito colocou o brasileiro em evidência e reforçou sua posição como um dos nomes mais promissores da divisão.
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PREPARAÇÃO NOS EUA E PLANOS PARA 2026
Sem lutar desde julho de 2024, Davi aproveitou o período para evoluir tecnicamente e buscar novos desafios. Parte dessa preparação acontece na tradicional Xtreme Couture, em Las Vegas.
“Usei esse tempo para aperfeiçoar meu jogo. Surgiu a oportunidade de treinar na Xtreme Couture e estou aproveitando para voltar ao ritmo”, explicou o atleta.
Para 2026, o planejamento inclui mais atividade competitiva, tanto no MMA quanto no grappling. “Quero competir bastante no jiu-jitsu e fazer pelo menos três lutas de MMA neste ano”, afirmou. Entre os objetivos, está uma nova tentativa no Dana White’s Contender Series, porta de entrada para o UFC.
EXPERIÊNCIA NO CONTENDER SERIES E EVOLUÇÃO
Davi já participou do programa em 2023, quando acabou derrotado no segundo round. “Eu estava ganhando a luta e cometi um erro que custou o contrato. Não era o momento certo, mas foi importante para entender o nível. Hoje me sinto mais preparado”, avaliou.
Além do cartel no MMA, o brasileiro soma títulos no kickboxing, jiu-jitsu e luta livre, com conquistas nacionais e internacionais. A rotina intensa nos Estados Unidos faz parte do projeto atual.
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“Tem muitos atletas de alto nível treinando juntos, com wrestling e striking fortes. Isso eleva muito o nível”, concluiu. Com currículo reforçado e preparação de elite, Davi “O Black” agora negocia seu retorno ao cage e busca consolidar de vez seu nome no MMA mundial.